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“Treblinka” por Jean-François Steiner

 

Mais uma obra de ficção vendida como relato verídico. Agrada à Indústria do Holocausto tratar a todos como tolos e idiotas. Cui bono?

Em 1966, o autor judeu francês Jean-François Steiner publicou com ajuda do escritor-fantasma Gilles Perrault, um romance [1] escrito supostamente segundo as declarações de antigos detentos, e intitulado Treblinka [2], que representa um exemplo repugnante de literatura difamatória sobre os Campos de Concentração do regime Nacional-Socialista, impregnado de fantasias senis, porém, bastante elogiado por personalidades como Simone Beauvoir.



Uma tradução para o alemão apareceu logo no mesmo ano sob o título Treblinka. Die Revolte eines Vernichtungslager [3]. Como aperitivo, extraímos uma passagem onde Steiner descreve a queima de cadáveres em Treblinka [4]:

“Magro e louro; a fisionomia bondosa e ar modesto, ele apresentou-se um dia com sua maleta diante das portas do reino da morte. Chamava-se Herbert Floss e era especialista em cremação de cadáveres. [...]

A primeira fornalha foi preparada no dia imediato. Herbert Floss confiou então seu segredo: a montagem da fornalha-padrão. Consoante explicou, os cadáveres não queimavam todos da mesma maneira: havia os bons cadáveres e os maus, os cadáveres refratários e os inflamáveis. O segredo consistia em servir-se dos bons para consumir os maus. De acordo com suas pesquisas – e, a julgar pelos resultados, elas foram bastante intensas – os cadáveres antigos queimavam melhor do que os novos, os gordos melhor que os magros, as mulheres melhor que os homens. Deduzia-se aí que o cadáver ideal era um cadáver antigo de mulher gorda. Herbert Floss selecionou todos os desse tipo, procedendo em seguida à triagem dos homens e das crianças. Depois de ter desenterrado e separado parte de mil corpos, passou-se a carregar a fornalha, o bom combustível por baixo, o mau em cima. Floss recusou os galões de gasolina e ordenou que lhe trouxessem lenha. Sua demonstração teria de ser perfeita. A lenha foi disposta sob grelha da fornalha em pequenos feixes que lembravam fogueiras de acampamento. Soara a hora da verdade. Uma caixa de fósforos lhe foi apresentada com toda a solenidade; ele debruçou-se, acendeu a primeira fogueira, depois as outras sucessivamente, e , enquanto a madeira começava a arder, encaminhou-se, com seu passo esquisito, ao encontro do grupo de oficiais que esperava a alguma distância.

As chamas, cada vez mais altas, começaram a lamber cadáveres, relutantemente a princípio, e depois com um impulso contínuo, como a chama de uma lâmpada de soldar. [...]

A pira inflamou-se de uma só vez. Súbito, as chamas atiraram-se para o alto, soltando uma nuvem de fumaça; um ronco surdo elevou-se, as fisionomias dos mortos contorceram-se e suas carnes estouraram. O espetáculo tinha qualquer coisa de infernal e os SS, eles próprios, quedaram-se por momentos impassíveis, contemplando o prodígio. Herbert Floss exultava. Aquele era o maior dia de sua vida. [...]

Um acontecimento daquele porte teria de ser condignamente comemorado. Trouxeram mesas que foram armadas próximo à fogueira, recobertas de dezenas de garrafas de bebidas de todos os tipos.

O dia morria aos poucos; ao fulgor das altas labaredas correspondia ao longe, no limiar da planície, o clarão rubro do sol que se despedia numa magnificência de incêndio.

A um sinal de “Lalka”, as rolhas saltaram. Uma comemoração das mais extraordinárias teve então início. O primeiro brinde foi erguido ao Führer. A essa altura, os condutores das escavadoras já haviam reassumido seus postos ao volante das máquinas. No instante em que os SS levantaram suas taças numa saudação frenética, as escavadoras pareceram animar-se, e repentinamente lançaram em direção ao céu seu longo braço articulado, num arremedo entusiástico e sacolejante da saudação hitlerista. Foi como que um sinal: por dez vezes os homens ergueram o braço fazendo reboar de cada vez o “Heil Hitler” (“Sieg Heil” no original em alemão – NR). As máquinas animadas devolviam a saudação aos homens-máquinas e a atmosfera vibrava com os gritos de louvor ao Führer. A festa durou até que a fogueira se houvesse consumido por completo. Aos brindes seguiram-se os cantos, selvagens e cruéis, cantos de ódio, cantos de ira, cantos de glorificação à Alemanha eterna”.

Até aqueles 100% adeptos da imagem ortodoxa do “Holocausto” também já perceberam que tal autenticidade enterra suas posições. Desta forma, o judeu francês Pierre-Vidal-Naquet, que inicialmente mostrou sua “admiração” pelo livro de Steiner [5], 14 anos mais tarde voltou repentinamente para “sub-literatura”, a qual apelava ao sadismo, e reconheceu “ter caído em uma armadilha montada por J.-F. Steiner” [6]. Um outro crítico francês, Didier Daeningckx, expressou-se em 1999 de forma demolidora sobre o livro de Steiner, rotulando-o de “um falso romance que foi apresentado como verdadeiro” e que utiliza de “técnica de montagem paralela” [7].


Extraído do livro Treblinka, Campo de extermínio ou Campo de Passagem, Carlo Mattogno e Jürgen Graf, Castle Hill Publishers, 1ª edição 2002.

A tradução para o português apresentada acima foi retirada da edição brasileira, editada pelo Círculo do Livro, páginas 350-352. O livro pode ser encontrado “aos montes” em qualquer sebo, talvez uma indicação da admiração que seu conteúdo tenha provocado junto aos leitores.

“Digno de destaque”, transcrevemos o parágrafo final do prefácio escrito por Simone Beauvoir:

“O tom geral do livro é absolutamente singular: nem patético nem indignado, e sim de uma frieza calculada e às vezes mesmo de um sombrio humorismo. O horror é apresentado em sua banalidade cotidiana e quase como inevitável. Como uma voz que recusa as inflexões humanas, o autor descreve um mundo desumanizado; no entanto, é de homens que se trata; o leitor não o esquece e esse contraste provoca nele um escândalo intelectual mais profundo e mais durável que qualquer emoção. O escândalo, entretanto, não passa de um recurso. Acima de tudo, Steiner, quis compreender e fazer compreender. Acreditamos tenha atingido plenamente seu objetivo”.

Mais uma variante da propaganda de atrocidades; porém, o resultado esperado é o mesmo: “leitor não o esquece e esse contraste provoca nele um escândalo intelectual mais profundo e mais durável que qualquer emoção”. Se neste mundo degenerado e decadente existem aqueles que acreditam/acreditaram nas maçãs jogadas sobre a cerca ou na menina que vagava com os lobos, por que a obra de Steiner não haveria de ter seu público de carteirinha?

Mais sobre Treblinka em:

Treblinka – o 2º maior campo de extermínio nazi depois de Auschwitz

David Irving e os Campos “Aktion Reinhardt”



[1] Que se trata de um romance e que ele foi ajudado pelo romancista Gilles Perrault, isso foi revelado por Steiner cerca de 20 anos depois da primeira publicação de Treblinka (Journal du dimanche,, 30 de março de 1986). Nota de Robert Faurisson.
[2] Publicado pela livraria Arthème Fayard, Paris
[3] Jean-François Steiner, Treblinka. Die Revolte eines Vernichtungslager,, Gerhard Stalling Verlag, Oldenburg 1966.
[4] Ebenda, pág. 294 et seq [5] “Treblinka e l’Honneur des Juifs”, Le Monde, 2 de maio de 1966. Nota de Robert Faurisson.
[6] Esprit,, setembro de 1980. Nota de Robert Faurisson.
[7] ”De Treblinka à Bordeaux”, Revue de la Shoa, maio-agosto de 1999. Nota de Robert Faurisson.

 


"Israel como um Estado judeu constitui um perigo não apenas a si mesma e a seus habitantes, mas a todos os judeus, e a todos os povos e Estados do Oriente Médio e além."

- Prof. Israel Shahak, judeu e fundador da Liga Israelense de Direitos Humanos


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