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Anne Frank em Nova Versão...




Quem poderá ainda acreditar no Diário de Anne Frank -- símbolo do martírio do povo judeu na II Guerra Mundial? Simon Wiesenthal, no seu livro Los Asesinos entre Nosotros, nos informa à página 176, que Anne Frank teria morrido no campo de concentração de Bergen Belsen, em março de 1945, vítima de tifo. Aliás, um dos poucos fatos passíveis de serem considerados como verdadeiros em toda sua quilométrica bibliografia. Na mesma obra ele informa que o pai de Anne Frank teria voltado em 1946 para a casa onde residira, em Amsterdã, tendo encontrado o diário no mesmo local, no chão, onde o soldado "SS" o havia arremessado, por ocasião da prisão da família...

Contrariando a versão de Wiesenthal, a revista semanal Manchete, de 21 de março de 1992, em matéria especial sobre o novo "diário" de Anne Frank, informa que os manuscritos, intactos, ficaram em poder da senhora Miep Gies desde o início e só foram entregues ao Sr. Otto, pai de Anne, no momento em que ficou claro que a menina não fazia mais parte deste mundo... Aliás, neste ponto, seria interessante verificar por quê a Sra Miep queria garantir que os manuscritos só fossem revelados após a certeza da morte da autora. Tem-se a impressão que desconfiava que o pai publicaria os diários à revelia, mesmo contra a vontade da filha...

Wiesenthal, em seu livro, informa que "diário" foi traduzido para 32 idiomas, convertido em peça teatral e também num filme, que comoveu os corações de milhões de pessoas -- especialmente adolescentes -- pelo mundo afora. Afirma que até hoje um grande número de jovens alemães se deslocam anualmente para o campo de Bergen Belsen, para rezar pela pobre Anne.

O Institute for Historical Review, da Califórnia, Estados Unidos, oferece um prêmio em dinheiro para quem provar a autenticidade dos "diários". A falsificação foi comprovada, mais contundentemente ainda, após exames científicos da tinta usada nos seus escritos: verificou-se que parte dos textos foram escritos com caneta esferográfica, uma invenção dos anos 50.

Somente devido às descobertas e denúncias do revisionismo histórico é que vem caindo -- um a um -- os grandes mitos do "holocausto", dos quais o "diário" de Anne Frank era um dos sustentáculos mais importantes, principalmente por se dirigir aos corações e mentes dos jovens.

A verdade sobre o Diário de Anne Frank foi primeiro revelada pelo jornal sueco Fria Ord. Estabeleceu que o novelista judeu Meyer Levin havia escrito o diálogo do "diário" e estava pedindo pagamento por seu trabalho numa ação judicial contra Otto Frank. Uma condensação dos artigos suecos apareceu no American Economic Council Letter, de 15 de abril de 1959, como segue:

"A História tem muitos exemplos de mitos que vivem uma vida mais longa e mais rica que a verdade, e podem se tornar mais efetivos que a verdade."

"O mundo ocidental conheceu há alguns anos uma garota judia pelo que se representa como sua história escrita pessoalmente, o Diário de Anne Frank. Qualquer inspeção literária informada do livro teria mostrado que teria sido impossível ter sido trabalho de um adolescente."

"Uma decisão digna de nota da Suprema Corte de Nova York confirma este ponto de vista, no qual o bem conhecido escritor judeu-americano Meyer Levin ganhou um prêmio de US$ 50.000 pagos pelo pai de Anne Frank como honorário pelo trabalho de Levin no Diário de Anne Frank."
N.R.

Falsificação Admitida

A revista Manchete, anteriormente citada, depois de admitir que o pai de Anne teria sido o responsável por "descaracterizações', cortes, censuras, modificações, etc., conclui que isso teria deixado o diário muito "vulnerável", diminuindo, evidentemente, a credibilidade do mesmo...

O lançamento do novo "diário" -- fato que por si só já evidencia uma impostura dentro da impostura -- vem demonstrar claramente que os eternos falsificadores da história tentam mais uma cartada para salvar esta inacreditável farsa, ao menos por mais algum tempo. Conforme a reportagem da revista, ficamos sabendo que a primeira versão vendeu mais de 16 milhões de exemplares. Provavelmente esperam repetir a dose com o novo "diário", agora "modernizado" e mais ao gosto do público atual, com passagens picantes sobre a sexualidade da menina... Fica-se a imaginar como será a terceira versão...

O toque final na manipulação, para encerrar com "chave de ouro" e demonstrar o descaso, a má fé e a própria arrogância destes veículos de comunicação onipotentes e acostumados a afirmarem o que lhes aprouver, sem contestação e apostando na ingenuidade da grande massa de leitores, fica por conta da legenda da foto desta matéria, que afirma "... na foto, Anne em 1941, aos 22 anos"... Ora, se a lenda sempre nos afirmava que essa personagem teria morrido aos 13 ou 14 anos...





Depois que os falsificadores confessadamente admitiram que o famiferado "diário" nada mais é do que uma monumental impostura, alterada, deturpada e manipulada para transformar-se num dos grandes "best-sellers" mundiais, cabe aos nossos prefeitos, vereadores, deputados estaduais, federais e todos os responsáveis pelas áreas da educação, partirem para a ação, fazendo a única coisa cabível diante de tanta falsidade e infâmia: retirar o nome desta impostura da infinidade de praças, ruas, largos, teatros, colégios e outras instituições espalhadas por todo o Brasil.

Há mais de uma década o catedrático francês, professor da Universidade de Lyon, Robert Faurisson, dissecou e desmascarou, cienífica e impiedosamente a impostura do chamado "diário" de Anne Frank. Usando a frieza da técnica investigativa, inerente a todo autêntico pesquisador histórico, Faurisson provou, através de infindáveis evidências, a manipulação na elaboração dos famosos "diários", além de desnudar o grande e fabulosamente rendoso negócio em que se transformou esta falsificação histórica. Um exemplo: só em direitos autorais, o pai da infeliz menina ( que morreu de tifo, enquanto seu -- saudável e milionário -- pai foi hospitalizado em Auschwitz e sobreviveu) recebe somas em todas as escolas! A estória desta publicação está repleta de brigas e demandas, entre o pai, o tio, os editores, o compilador, o "escritor fantasma", etc, todos de olho no filão interminável que representa a posse de seus direitos autorais.

Faurisson fez uma análise dos locais, manteve entrevistas, dissecou o "diário", provando as impossibilidades psicológicas, culturais, sociais, históricas, temporais, de situação, de verossimilhança, de lógica, de espaço, etc. Vale a pena confirmar esta extraordinária pesquisa: Quem escreveu o Diário de Anne Frank? de Robert Faurisson, Revisão Editora, 85 páginas.

O livro é uma aula de pesquisa interrogativa, ideal para juristas, técnicos forenses, advogados, policiais, historiadores, estudantes, etc.

Recentemente as agências internacionais de notícias liberaram uma pequena nota, com os seguintes dizeres: O famoso Diário de Anne Frank, a adolescente judia de Amsterdã que morreu em 1945 num campo de concentração, foi censurado pelo próprio pai da moça. Ele retirou do texto dos cadernos onde ela escrevia, tudo que considerou "escabroso" e decidiu fazer algumas modificações por conta própria, por motivos morais, ou de conveniência". Sem comentários.


Boletim-EP / Esclarecimento ao País Nº 10), RGS - Brasil, 2001


Sem dúvida a garota Anne Frank não é uma imaginação, mas a estória de seu diário com certeza é uma grande peça publicitária. Até para um leigo, não há qualquer problema em verificar que foram utilizadas duas caligrafias para escrever o diário. Uma delas é coerente a uma menina adolescente e a outra típica de um adulto.





Anne Frank foi vítima de tifo, epidemia que matou milhares de alemães e detentos dos campos de concentração durante o último conflito mundial. Isto nos deixa claro o motivo da existência de fornos crematórios e do pesticida Zyklon-B. Infelizmente a farsa do diário não é divulgada por meros motivos comerciais. Ninguém está interessado em matar a galinha dos ovos de ouro...
N.R.







A "ANNE FRANK" BRASILEIRA?

Por Acaso, Seremos Todos Idiotas?

 

Quando acreditava que não tinha mais nada a denunciar sobre as fantasiosas e psicopáticas histórias de "sobreviventes" do alegado holocausto judeu -- 6 milhões de gaseados -- chegou às minhas mãos um exemplar do Jornal da Tarde, de São Paulo, do dia 8 de dezembro de 1996, com a seguinte manchete:

Spielberg filma depoimento da "Anne Frank brasileira"

Após a leitura da matéria, na qualidade de Presidente do CNPH - Centro Nacional de Pesquisas Históricas, senti novamente a necessidade de apontar e comentar, pelo menos, alguns dos incríveis absurdos que essa senhora relatou ao repórter Túlio Tognolli.

Levando em consideração o que consta nesta curta entrevista concedida ao repórter, pode-se imaginar o que a "Anne Frank brasileira (?)" deve ter contado, em duas horas e meia de gravação cinematográfica, a Steven Spielberg que, desde a farsa intitulada "A Lista de Schindler", está se lançando, com seus poderosíssimos associados Time-Warner, Rede NBC, gravadora MCA e Fundação Lew Wasserman, a gravar os depoimentos de 50 mil "sobreviventes", até o ano 2.000 -- e 150 mil (!) nos próximos dez anos -- apoiado pela igualmente poderosa Silicon Graphics que doou um pacote tecnológico envolvendo sistemas moderníssimos de hardware, ferramentas de software, mais suporte no valor de 1 milhão e 300 mil dólares, fora a ajuda de um milhão de dólares aportada pelos EUA. Como sempre, teremos muito trabalho (e diversão também), mas estaremos a postos, para denunciar os absurdos históricos que continuarão a aparecer, sempre no intuito de manter viva a lenda do "holocausto". Na verdade, Spielberg está nos fazendo um grande favor pois, com seu empenho, nos fornecerá mais 200 mil "depoimentos" tão disparatados, incongruentes, falsos e inverídicos como o presente, o que apressará, irremediavelmente, o fim do Dogma Sagrado. Mas isso é para depois. Vamos agora à analise da entrevista: 

1) A "Anne Frank brasileira" alega que chegou a Auschwitz no dia 4 de junho de 1940, viajando num trem de porcos, onde também se encontrava seu futuro marido. Ela teria 14 anos. Da cidade de Senta, na Iugoslávia, teria sido conduzida -- igualmente num trem de porcos -- para a Hungria, antes de ser despachada para Auschwitz. Logo que chegaram teriam sido selecionadas "para esquerda e para direita". Sua mãe tentou escondê-la no seu casaco para não ser separada, mas um soldado tirou-a da mãe, que foi conduzida para o crematório, com duas sobrinhas de 4 e 6 anos. "Anne" alega ter sido testemunha ocular do assassinato de sua mãe num crematório...

Esclarecimento: as duas viagens de "Anne" em trens de porcos são totalmente inéditas. Não encontramos uma única referência a esse tipo de trens na vasta literatura exterminacionista existente. Falam sempre em "vagões de gado".

Sua chegada a Auschwitz no dia 4 de junho de 1940 não confere com a realidade histórica: de acordo com o livro "Auschwitz", publicação oficial vendida no próprio campo nos dias de hoje, somente em 27 de abril daquele ano foi autorizada a construção do campo de concentração de Auschwitz e, conforme consta na página 13 desse livro oficial, somente no dia 14 de junho de 1940 chegaram os primeiros prisioneiros-operários para ajudar na construção do complexo: eram 728 presidiários poloneses. E todos homens.

Também é conflitante sua afirmação de ter sido "selecionada" naquela data pois as primeiras seleções "para a vida ou para a morte", conforme os fantasiosos relatos de famosos "sobreviventes" e "historiadores" exterminacionistas, teriam acontecido nas rampas de desembarque de Birkenau, e não em Auschwitz, e muito menos, no dia 4 de junho de 1940, mas -- pasmem -- em 1943, ou seja três anos após a chegada de "Anne".

É totalmente impossível ela ter sido "testemunha ocular" do "gaseamento" de sua mãe, pois, sempre de acordo com o livro oficial do campo, à pagina 28, somente no dia 3 de setembro de 1941 teria sido feita a primeira experiência de gaseamento de prisioneiros, uma informação -como a quase totalidade de tudo que se afirma sobre o assunto -sem base documental. De qualquer forma, teria sido um ano e três meses após a data indicada pela nossa "Anne".

 

2) A "Anne Frank brasileira" relata que "Bebíamos água preta para nos esquentarmos. O pão que nos davam não dava pra morder, parecia um tijolo". Conta também que em Auschwitz existiam 30 blocos, cada um comportando de mil a 30 mil pessoas e que cada um era dividido com arame farpado eletrificado. Fala em oito crematórios "que estavam sempre em chamas". Ela dormia numa mesma cama com doze outras mulheres: era tão apertado que, à noite, tinham que combinar a hora que deviam acordar para virar-se para o outro lado; "Era uma lata de sardinhas".

Esclarecimento: Com água preta e pão duro como tijolo que não dava nem pra morder, ela não teria agüentado tantos anos. O faccioso livro oficial citado informa que as refeições tinham um mínimo de 1.300 calorias para quem fazia trabalho leve e 1.700 para quem trabalhava pesado. Em Auschwitz realmente existem 30 excelentes prédios, incluindo a cozinha-refeitório. É totalmente falsa a versão de "Anne" de que cada bloco ou prédio fosse dividido com arame farpado eletrificado. Somente a totalidade do conjunto, com amplas avenidas, era cercado por cercas duplas eletrificadas separadas entre si e possuía torres com guardas. As demais edificações internas, onde se fabricavam móveis, roupas, etc. não possuíam nenhuma cerca. Para evitar fugas -- que realmente aconteciam -- os internos recebiam uma tatuagem com número de identificação no braço, para uma fácil e rápida identificação quando capturados.

A informação de que Auschwitz possuía de 30 mil a 900 mil (!) internos, identifica claramente que esta "sobrevivente" nunca esteve em Auschwitz, nunca esteve num estádio de futebol com 30 mil pessoas, não conhece uma cidade de 900 mil habitantes, acredita que somos todos idiotas ou, talvez, necessite de um tratamento psiquiátrico (não é à-toa que, conforme a reportagem, suas "memórias" foram encaminhadas à Editora Perspectiva por uma psicanalista): todas as pesquisas -- até dos círculos exterminacionistas -- indicam uma população carcerária média de 12 mil pessoas. Os oito crematórios existiram somente na sua fantasiosa imaginação: em Auschwitz existiu apenas UM crematório -- não câmara de gás -- para incineração dos mortos e que começou a operar -- segundo o livro oficial -- em novembro de 1941, portanto, um ano e cinco meses após a sua pretensa chegada e funcionou até fins de maio de 1943, quando foi transformado em abrigo antiaéreo.

De Spielberg, após sua "Lista", pode-se esperar qualquer absurdo: o que me admira é o Jornal da Tarde publicar e dar cobertura às fantasiosas desta, agora, "Anne Frank brasileira" ! Ou fará também parte da imprensa a cabresto e é conivente na tentativa de idiotização do povo brasileiro? Imagine-se treze mulheres numa cama individual -- que podem ser vistas em Auschwitz até hoje, a mulher de baixo agüentaria o peso das outras doze? Ao invés de combinarem a hora de trocarem de lado, teria sido melhor trocarem de posição, dando uma chance para a de baixo, caso ainda estivesse viva...

 

3) A "Anne Frank brasileira" teve a sorte de ser escolhida para trabalhar na cozinha. Mas precisava roubar comida para manter-se viva: "Para mim era a maior delícia, um verdadeiro banquete quando conseguia roubar um punhado de cascas de batatas".

Esclarecimento: de acordo com os outros depoimentos pesquisados, todos afirmam que gostavam de trabalhar na cozinha, onde podiam comer à vontade, e em trabalho relativamente fácil. Nossa "Anne", porém, por motivos totalmente inexplicados, tinha que roubar comida para manter-se viva... sendo um delírio quando conseguia algumas cascas de batatas. Ainda bem que não eram cascas de batatas podres, conforme depoimento idêntico (padrão?) dado em programa televisivo pela esposa de Ben Abraham, outro "sobrevivente" famoso que age no Brasil...

 

4) "Anne Frank brasileira": "E quando éramos pegas roubando comida vinha o castigo dos nazistas: nós, adolescentes, tínhamos de ficar olhando fixamente, sob a mira das armas dos nazistas, como funcionavam os fornos de extermínio (uma nova categoria de máquina letal, apresentada em primeira mão naquela reportagem). Tínhamos de ficar olhando, sem desviar os olhos, os caminhões (plural) cheios de crianças chorando, crianças que eram levadas para as câmaras de gás".

Esclarecimento: Muito estranha esta forma encontrada pelos nazistas para castigar jovens ladras... E esta afirmação de que eram obrigadas a ficar olhando fixamente o funcionamento dos fornos de extermínio é inédita. Repita-se que os fornos crematórios destinavam-se a incinerar pessoas já mortas. Explica-se, no entanto, o problema com nossa "Anne": quando os especialistas em "holocausto" preparam as turmas de futuras "testemunhas oculares" e "sobreviventes" que percorrerão o mundo contando suas estórias decoradas, esquecem ou não dão muita importância aos detalhes -- basicamente porque sabem que a emoção das platéias sobrepuja sempre a razão -- permitindo assim que um observador mais atento questione estes detalhes e ponha em xeque a credibilidade do "sobrevivente". Veremos mais adiante -- na parte referente ao conhecimento do campo, especificamente a respeito das cercas eletrificadas -- como esta testemunha jamais esteve em Auschwitz. Quanto à afirmação de que eram obrigadas a olhar os caminhões, cheios de crianças chorando sendo levadas para as "câmaras de gás", seria simplesmente hilariante, caso nos abstraíssemos do trágico que é toda essa farsa. Conforme o especialista em câmaras de gás norte-americanas, Fred Leuchter Jr., a comissão oficial de pesquisa polonesa e outros pesquisadores abalizados, nunca existiu uma única câmara de gás para execução de pessoas em Auschwitz. O que existiu foram instalações para desinfecção e despiolhamento de roupas e utensílios, pequenas demais para alojar pessoas e que podem ser vistas por pesquisadores até os dias de hoje. Quanto aos turistas, por motivos óbvios, não tem acesso a esses locais: são levados ao crematório, apresentado como sendo uma câmara de gás.

 

5) "Anne Frank brasileira": "Eu costumava, em Auschwitz, colocar as minhas mãos entre o arame farpado e eletrificado, para trocar coisas com os moradores que viviam nas imediações do campo de concentração".

Esclarecimento: Nem mesmo um especialista se arriscaria a colocar as mãos através de arames eletrificados com uma energia mortal de 2.200 volts e com uma distância de aproximadamente 10 centímetros entre cada fio. Também seria impossível ela não ser vista pelos guardas nas torres de observação. Porém, o mais importante nessa alucinação de nossa "Anne", que com essa observação demonstrou mais uma vez não conhecer Auschwitz, é que supondo que ninguém a observasse -nem às pessoas do lado de fora que participassem das trocas -então, além da coragem e sangue frio extraordinários, nossa "Anne" teria que ter um braço com mais de dois metros de comprimento pois, o campo era totalmente cercado com cerca eletrificada dupla, com uma distância de mais de dois metros entre cada uma, tornando humanamente impossível qualquer contato!

 

6) Nossa "Anne Frank brasileira" apesar de costumeiramente roubar mantimentos, um dia foi punida pelos nazistas por roubo que não fez. Uma injustiça. E desta vez os nazistas realmente exageraram: iam leva-la diretamente para a "câmara de gás", porém um oficial resolveu poupa-la (!?). Então obrigaram-na a ajoelhar-se, em público, sobre pedregulhos "e, com as duas mãos para cima, olhando para frente, tive de ficar segurando, por cinco horas, uma pedra de dez quilos (sic). Depois disso fiquei tão machucada que não conseguia andar. Demorou dez dias para que eu voltasse a caminhar".

Esclarecimento: Aos interessados, sugiro uma pedra de dez quilos acima da cabeça durante cinco minutos. O candidato fica dispensado de ajoelhar-se sobre pedregulhos.

 

Esclarecimento Final

Qual a relação do diário da "nossa Anne" com o tornado mundialmente famoso "Diário de Anne Frank"?

Apenas o fato de que teriam sido escritos por adolescentes.

O primeiro, o supostamente redigido por Anne Frank, teria sido escrito entre os 13 e 14 anos da menina. Apenas parte daquele diário foi mostrada a especialistas, que concluíram que vários trechos do mesmo -- principalmente opiniões, comentários e observações sobre a guerra -- não são típicos de jovens dessa idade, assim como o tipo de letra, caracteristicamente de uma pessoa adulta. Também há trechos em estilo infantil, totalmente diferentes entre si. Sabe-se que o "diário" sofreu várias manipulações por parte de terceiros, provavelmente seu pai, havendo o agravante de parte dele ter sido escrito com caneta esferográfica, sistema de escrita inventado anos após a morte da menina. Mas a maior prova da falsidade dos mesmos é o fato da totalidade dos originais jamais ter sido colocada à disposição para uma peritagem séria. A própria "descoberta" do diário tem várias versões, todas conflitantes e contraditórias. A primeira, afirma que após ter prendido a família e revirado todo o aposento, a Gestapo não teria encontrado o diário que, afirma-se, seria bastante volumoso e com capa dura. Por sorte, uma vizinha, que entrou na casa logo após a saída da polícia, o encontrou e guardou.

A segunda versão diz que o pai de Anne, com muito mais sorte, o teria encontrado -- sem saber que a vizinha também o tinha achado e recolhido -- muito tempo depois, ao revistar a casa após ser libertado do campo de concentração.

A terceira versão afirma que o primeiro diário não estava completo e que -- agora sim -- estamos frente ao autêntico, ampliado com textos picantes sobre a vida sexual da menina, que teriam sido suprimidos anteriormente. Também as versões em vários idiomas não combinam entre si, havendo discrepâncias, acréscimos e subtrações, conforme o caso.

Todos esses fatos, somados a inúmeros mais -- como impossibilidades psicológicas, culturais, sociais, históricas, temporais, de situação, de verossimilhança, de lógica, de espaço, etc. -- não dão a mínima credibilidade ao "Diário de Anne Frank".

Quanto ao "diário" da Sra. Lívia Jaffe -- a "Anne Frank brasileira" -- que hoje está com 70 anos, só pode ter sido escrito muito tempo depois da guerra (apesar de ser apresentado como documento da época, com separações por dias, como se fossem assentamentos feitos in loco). Também pode-se indagar como, no meio de todos aqueles tormentos relatados, ela achava ainda tempo e condições de escrever -- e conservar para a posteridade -- um diário. O fato é que seus escritos, pela mistura de fatos, datas e situações inverossímeis e não vivenciadas, demonstram que sofreu influência de informações falsas relatadas por outros autores judeus e modificadas por sua imaginação.

Muitas pessoas, ao longo dos anos, têm me perguntado por que "perco meu tempo" denunciando e me envolvendo com um assunto tão escabroso, denúncias que poderiam -- astuta e maldosamente -- ser interpretadas como racismo, anti-semitismo ou nazismo. Respondo simplesmente: alguém tem que fazer alguma coisa; alguém tem que questionar esta avalanche absurda e interminável de falsidades e aberrações doentias da verdade histórica; alguém tem que se antepor ao trabalho de idiotização do povo perpetrado por uma poderosa minoria que se julga dona da verdade e do mundo. Não quero que meus netos se criem nesta atmosfera de falsidades e distorção, onde mentirosos são transformados em vítimas e heróis, numa completa inversão da realidade e de valores. Agindo assim, faço com que eles percebam a tristeza e a fealdade de pessoas que agem e vivem, uma existência inteira, na baixeza e degeneração, não acrescentando nada de grande e positivo à humanidade. Agindo assim, tenho a certeza, crescerão retos e sadios, abominando a falsidade, atingindo a maturidade podendo olhar seus semelhantes de frente e de cabeça erguida.


S. E. Castan


Boletim-EP / Esclarecimento ao País Nº 17, RGS - Brasil


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- Prof. Israel Shahak, judeu e fundador da Liga Israelense de Direitos Humanos


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