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O PLANO ANDÍNIA

O NOVO ESTADO JUDAICO NA AMÉRICA DO SUL


"O êxito de nosso plano defensivo depende da fé em Deus, do patriotismo, da abnegação e da determinação com que se lhe encare. Se fraquejamos, tudo se haverá perdido e seremos, os homens da atual geração, os únicos responsáveis ante Deus, ante nossos filhos, ante a História e ante a Pátria submetida."



Esta documentada informação está destinada a apreciar com a maior amplitude o mais sombrio panorama que ameaça nosso país, que tanto pode constituir a perda total de nosso território, como seu despojo parcial, e em tal caso, compreenderia a zona mais extensa e mais rica de nosso solo pátrio.

Muitos são os que assinalam o perigo comunista, mas ninguém indica quem foram os criadores do comunismo, que são os que forneceram os fundos para a consolidação, propagação e expansão do comunismo. O comunismo em si não constitui outra coisa que vis elementos de outras organizações - também internacionais - mil vezes mais perigosas e mais diabólicas que todos os comunistas juntos.

A profunda penetração comunista no governo argentino e em todas as suas instituições fundamentais não é um a casualidade, nem tampouco um plano isolado; não é uma confabulação recente, nem tampouco improvisada, e sim é um plano cientificamente concebido, coordenado internacionalmente.

Sua planificação minuciosa - podemos comprová-lo - parte de 1882, seu estudo e colocação em marcha, de 1897, no Congresso Mundial Judaico na Basiléia (Suíça), e aqui se aprovaram dois planos concebidos pelo judeu Leon Pinsker, em seu livro Auto-Emancipação e a seguir terminado pelo judeu Theodor Herzl, em seu livro O Estado Judaico, ambos consistentes em criar dois Estados judaicos, a saber:

I) Criar um Estado judaico das possibilidades práticas na América, tomando a Argentina como primeiro objetivo. Com tal motivo, de imediato se empreenderam as seguintes ações:

a) o começo da imigração em massa;

b) a compra centralizada de grandes extensões de terras pela Jewish Company Association

Colonization, com centro em Londres;

c) a constituição de grandes sociedades anônimas, como a Bemberg, Dreyfus, Bunge y Born S.A etc., que atualmente são donas de enormes extensões de terras como a La Forestal do Chaco e numerosas estâncias como os grupos Estanar S.A, Comega S.A, etc..

II) Criar um Estado das possibilidades ideais na Palestina, o que, com o mesmo processo especificado no ponto I, logrou-se com a declaração da independência do Estado de Israel (14 de maio de 1948) e depois dessa data se centraliza todo o poder judaico do mundo para apoderar-se da Argentina e com isso de toda a América. Demonstraremos qual é o plano e que foi favorecido extraordinariamente pelo criptomarxista e ex-presidente da nação, Arturo Frondizi.

Criar um Estado das possibilidades práticas na América e um Estado das possibilidades ideais na Palestina. 1882 - 1897.

Este é o ponto de partida do plano internacional de apoderamento do território argentino, o qual se encontra atualmente na última etapa.

Na França, em 1882, publicou-se o livro Auto-Emancipação, de Leon Pinsker, judeu nascido em Odessa (Rússia), que concebia o plano de criar dois Estados judaicos, um na América e outro na Palestina. O primeiro preferentemente na Argentina. Este plano, que naquela época não foi mais que um sonho (em aparência), foi o ponto de partida de uma realidade assombrosa, que foi se incrementando paulatina mas inexoravelmente até nossos dias.

Assim, vemos a nova atualização do plano de Pinsker na página 398 do livro História e Destino dos Judeus , do Dr. Josef Kastein, que transcrita diz:

"... Pinsker propõe aos judeus voltar a infundir uma realidade em sua vida de aparência, na Palestina e na América - um centro novo. Fixa sua atenção em dois países: Argentina, como país das possibilidades práticas, e Palestina, no das possibilidades ideais.

O barão Maurice de Hirsch, da França, independentemente de Pinsker, compreende a falta de pátria dos judeus e, em 1891, organiza a emigração de dois terços dos judeus da Rússia (algo mais que nove milhões, então). Com tal motivo, manda comprar terras na Argentina, de onde, desde 1889, haviam emigrado mais de 7.000 judeus. No outono de 1891, funda a Jewish Colonization Association, com assento em Londres, que haveria de levar a cabo o assentamento em massa dos judeus russos na América, especialmente na Argentina" .

Cabe destacar que enquanto isto se maquinava na França (centro de ação e expansão judaica), em 1889, em Tulchin (Rússia), já circulavam sigilosamente diários sobre a colonização judaica na América, sobre o qual nos adverte o judeu Alberto Gerchunoff (nascido na Rússia), em seu livro Entre Rios, Meu País, cuja transcrição diz assim:

"Em nossa casa celebram-se tertúlias interessantes... o rabino religioso, o rabino civil, os dignitários das sinagogas e os vizinhos mais veneráveis... Nessas reuniões ouvi pela primeira vez falar da América... a tentativa de colonização do barão de Hirsch iluminava aos israelitas de Tulchin, como a esperança messiânica do retorno ao reino de Israel... Assim, abandonou-se tudo para ir à América, à Argentina, que o diário de propaganda glorificava e comparava com Sião. Do Hotel de Imigrantes e de Buenos Aires, levaram-nos a Moisés Ville, na Província de Santa Fé... fundada pelo barão de Hirsch..." .

Concordante com o plano de Pinsker, em 1895, o judeu Theodor Herzl, nascido em Budapeste (Hungria), que se criou e educou em Viena, trabalhando como periodista em Paris, escreveu um folheto intitulado O Estado Judaico. Este folheto foi difundido em todos os âmbitos judaicos do mundo. Em 1896, convoca um Congresso Mundial Judaico na Basiléia (Suíça). Aqui foi aprovado o Plano cientificamente preparado para apoderar-se da Argentina e da Palestina. Nessa oportunidade, foi criado por Herzl o Sionismo Político, que em si representa a Nação Judaica, diz o autor. Tese confirmada pela opinião mundial do judaísmo, demonstrada por numerosas obras até nossos dias, neste congresso foi aprovada, ademais, a criação de numerosas associações, comitês, etc. em todo o mundo... "Mais de novecentas agrupações sionistas", diz Wolf Nijelsohn em seu livro História do Sionismo . As mais importantes foram as seguintes: o Congresso Mundial Judaico, na Basiléia (Suíça); o Grande Comitê de Ação, na América do Norte; o Comitê Executivo, em Viena (Áustria); a Jewish Association Colonization, em Londres; a Jewish Company, em Londres, ficando com estas constituído um verdadeiro e gigantesco Estado Judaico Mundial, com todos os seus organismos em marcha.

Este gigantesco plano, concebido por Pinsker, aperfeiçoado e compaginado cientificamente por Herzl, em cujos fundamentos destaca a necessidade de criação do Estado Judaico, ou seja, "obter terras onde assentar seu reino", já que o sionismo em si constitui o "povo", somente necessita a base onde firmar-se e pôr em marcha e - agrega - "... isto deve ser de acordo com as necessidades judaicas".

Como Pinsker, em seu Auto-Emancipação, Herzl, em seu O Estado Judaico, tomou como objetivos:

Palestina, como nação histórica e Argentina, como a Terra Prometida e, em tal sentido, Herzl escreve:

"A Argentina, por natureza, é um dos países mais ricos da terra, de imensa superfície, população escassa e clima temperado. A República Argentina teria o maior interesse em nos ceder uma porção de terra...".

O primeiro Congresso da Basiléia estabeleceu para a massa Sionista três consignas de enorme repercussão:

a) "Conquista às comunidades" (para infiltrar-se em sua vida e organizações)

b) "Esclarece as consciências dessas multidões" (Marx e Engels, divisão de classes, comunismo)

c) "Organiza suas forças e discipline-as para uma finalidade determinada" (a organização comunista, para levar a cabo a Revolução Social).

"Os judeus cultos e sem bens aderem-se ao socialismo (comunismo). A batalha social será defendida, em todo caso, sobre as nossas espaldas, porque nos achamos nos pontos mais avançados, tanto no campo capitalista, como no socialista (comunismo)".

"Os componentes de nossas camadas inferiores tornam-se proletários, afiliam-se nos partidos subversivos..., enquanto aumenta o tremendo poder do dinheiro em nossas camadas superiores...".

A potência judaica invisível resume-se em duas poderosas forças que se complementam: o Capitalismo Mundial, com assento nos EUA, preponderantemente, e o Comunismo Internacional, com assento m Moscou.

Existe outra força secreta que regula e orienta a ação das duas primeiras, que são dois extremos que não devem, por razões estratégicas, manter contatos diretos: a Maçonaria Internacional. Seus integrantes, muitos sem serem judeus, apoiam e defendem a posição destes, facilitando ademais seus negócios e sua infiltração nos governos. Por outro lado, os mesmos maçons, muitos sem serem comunistas, apoiam e defendem secretamente a posição destes, permitindo sua infiltração e facilitando sua ação na perturbante mescla "democrática", que é a camada onde nada se define e tudo se confunde.

Naturalmente, tudo se esclarece se escutamos as palavras do embaixador judeu em Buenos Aires, quando em um banquete em honra do ministro de Finanças de Israel e da coletividade judaica na Argentina, expressou em 25 de abril de 1955:

a) A hora da judiaria argentina.

b) A comunidade argentina, novo centro judaico.

"A história da diáspora está composta pelos anais de centros judaicos sempre cambiantes..."

"As comunidades surgem, desenvolvem-se, marcam nossa história com seu selo, dão ao nosso povo grandes valores e homens notáveis e depois de ter desempenhado seus papel nos destinos judaicos, cedem seu lugar a outros centros e a outras comarcas...".

c) Centros judaicos sempre cambiantes. Cambiantes de acordo com os planos de conquista estabelecidos pelo Kahal.

1°) Quando na França tiveram que desencadear a miséria, o caos e a revolução social, para lá se dirigiram os judeus em massa, para o que agitaram o anti-semitismo na Rússia, Áustria, Polônia, Alemanha, etc. Sumida a França no caos, miséria , sangue e lágrimas, exterminados seus principais dirigentes, os judeus passam seus centros a outro país.

2°) A Alemanha: tomaram por objetivo esta nação e para lá se dirigiram, agitando para isso o antisemitismo na França e demais nações vizinhas. Devido à formação patriótica do povo alemão, não puderam conquistá-la, tornando-se este país destinado a ser vítima da guerra mundial. Debandaram-se os judeus, reagruparam suas forças e trasladaram seus centros a outra nação.

3°) O Império Austro-Húngaro: submeteram-no ao caos, miséria, sangue e corrupção; desagregaramno em múltiplas pequenas nações, para nunca mais recuperar seu poderio. Submetido ao domínio judaico, estes trasladaram seus centros a outra nação.

4°) A Rússia: a ela se dirigiram os judeus de todas as nações européias, mas ao cerrar-lhes este império o passo, dirigiram-se em massa a:

5°) Estados Unidos da América: adotam a cidadania norte-americana e como tais emigram à Rússia, mas esta tampouco lhes admite. Então, desencadeiam uma grande pressão diplomática contra o governo estadunidense, até obrigar à denúncia de um importante e antigo tratado comercial com a Rússia czarista, contrário aos interesses da nação e a favor da coletividade judaica. Assim lograram, com a morte de Nicolau II, acrescentar a imigração judaica e fortalecer suas organizações na Rússia e, com a ajuda econômica do capitalismo judaico norte-americano, alemão, etc., em 1917, estalou a Revolução Social e caiu a Rússia vítima do judaísmo internacional. Sobre o tema, ilustra-nos o grande judeu Josef Kastein, na página 370 de seu livro História e Destino dos Judeus, que nos diz, referindo-se à Revolução Russa:

"Não tinha mais que o nome... era judaica em seu fundo. Seu exército foi desfeito e convertido em escória". Caída a Rússia, arrasado o seu exército, assassinados 17 milhões de seus melhores homens em menos de dois anos (10 milhões morreram de fome), para nunca mais recuperar sua liberdade, trasladaram-se a outros centros.

6°) A Palestina: para lá trasladaram suas forças e concentraram todos os seus esforços. Emigraram em massa, especialmente da Rússia e Polônia, logo da Alemanha, para o que agitaram violentamente o antisemitismo em todos os países europeus. Caída Alemanha vítima da guerra mundial, como anteriormente a Rússia, a Palestina foi submetida ao terror, à miséria, mortes, revoluções e guerras e, de acordo com o plano de Theodor Herzl, em 14 de maio de 1948, constituiu-se o Estado de Israel, com ajuda das grandes potências e das organizações judaicas mundiais. Caída a Palestina definitivamente, o Centro Judaico traslada-se a outros centros, a outras comarcas, como diz Kubovy:

7°) À Argentina: sim, aqui, onde já desde 1883 haviam se infiltrado, a partir da tomada da Palestina, começam os judeus a concentrar todo seu poderio, sua grande imigração, seu poderio econômico, sua influência política e a pressão internacional. Radicação em massa, tomada de possessão das riquezas vitais, compras centralizadas de terras, englobamento dos rumos do ensino primário, secundário e universitário; englobamento de todos os organismos do Estado, desde a Presidência da Nação até o Congresso, ministérios, organismos econômicos, etc. Sumido o país na miséria, na corrupção e no caos, o desprestígio interno e internacional de suas instituições fundamentais em geral, das Forças Armadas em especial. A mal chamada "legalidade", longe de significar bem-estar ou progresso, trará emparelhadas grandes lutas, sangue, fogo e morte com o estalido da Revolução Social e sua imediata conseqüência: a implantação do Comunismo e o extermínio do argentino. Sua conseqüência imediata será a criação do Estado judaico, como o planejou o profeta Theodor Herzl. Muito provavelmente ANDÍNIA, cujo mapa opera em poder de nossos Serviços de Informações. A confusão atual, a desagregação do povo, a perseguição das organizações autenticamente argentinas e de seus integrantes, significam que estamos na última etapa do Plano.

Analisando o expresso anteriormente, veremos com mais clareza o movimento perfeitamente coordenado das três forças:

a) o Capitalismo Judaico Internacional, que aceleradamente se estabelece em nosso país, com uma imigração judaica massiva, a qual chegou às suas máximas conseqüências em 1962;

b) o Comunismo, que englobou o governo e todos os seus organismos, tanto na ordem nacional quanto na provincial e municipal. Infiltra-se nas organizações religiosas, nas Forças Armadas, nos centros estudantis, nas agrupações sindicais, enfim, na própria vida da Nação, com absoluta liberdade, em nome da "liberdade" e da "legalidade";

c) A Maçonaria: membros proeminentes desta seção internacional, encastelados em altas posições de todas as instituições fundamentais do país e até na própria Presidência da Nação e nos mandos superiores das Forças Armadas, fazem o jogo de intermediários entre o Comunismo e o Capitalismo Judaicos, facilitando e apoiando a penetração e ação de ambas as forças, que vão neutralizando a segurança e defesa do Estado com toda impunidade.

Comparando com os acontecimentos e modalidades dos comunistas aplicados em outros países, especialmente na Palestina, comprovaremos que não variaram em absoluto seus métodos, posicionandose de todos os âmbitos e meios mencionados e que tanto o capitalismo internacional que se radica no país é judaico, como a quase totalidade dos comunistas que tomaram posse de organismos vitais, são também judeus.

Analisando o transcrito mais acima e continuando com a declaração do embaixador de Israel em Buenos Aires, Dr. Arieh León Kubovy, comprovaremos de fé e irrefutavelmente todo o expressado no presente informe e que o centro Judaico atualmente se encontra na Argentina. A declaração expressa:

"Tampouco há dúvidas de que os dirigentes do judaísmo argentino se revestiram de uma nova hierarquia no mundo judaico, contraindo a responsabilidade de ënobreza obrigatóriaí". Significa isto que se os judeus europeus tomaram a Palestina, é justo que os judeus da Argentina tomem a Argentina. "Se julgamos segundo as lições do passado, dois grupos de homens decidirão a resposta que a Argentina judaica dará à História".

"Os homens de espírito e os homens de meios... Dos homens de espírito aguarda nosso povo esta chispa de fogo que prova que são depositários do gênio judaico... Aos homens de meios (capitalistas) mostrar-se, por meio do dinheiro adquirido, dignos de serem filhos de Rei Benei Melej... A ambição que eu alento é que um número sempre crescente de gente de meios adquira consciência do papel excepcional que está chamada a desempenhar, da grande oportunidade que tem sido outorgada à nossa geração..."

Com respeito à "grande oportunidade" que menciona, devemos recordar que na data de sua declaração (25/04/55), havia se realizado a grande concentração e o ataque mais violento conhecido em nosso país, desde o estádio de Luna Park, contra a Igreja e os católicos, pelos comunistas, judeus, maçons e o governo de Perón, fomentando um ambiente propício para desencadear a revolução social, aproveitando a credulidade das massas populares, ignorantes do jogo ao qual estava submetidas.

"Chegou a hora de irromper na História..."(diz Kubovy) e agrega: "...espero ardentemente que este serão marque o começo de uma etapa decisiva para o judaísmo argentino, pois sei que os centros judaicos mostraram-se sempre à altura de seu destino quando a hora irromper na História havia chegado".

Na página 75 do citado livro afirma Kubovy: "A comunidade argentina: novo centro judaico".

(Ressaltamos que isto o expressa um alto funcionário judeu, de destacada representação). Não podemos suspeitar.

Para concluir com as declarações do Sr. Kubovy, transcreveremos, dada sua extensão, somente uma parte, a que não nos deixará dúvidas. Logo, é necessário tomar consciência do perigo e nos pôr em guarda contra os ocultos e verdadeiros inimigos de nossa Pátria.

Declara Kubovy: "Israel espera a Argentina Judaica e, estou seguro, que a Argentina Judaica responderá: Presente!".

Antes das grandes empresas a empreender por um povo, tanto em sua defesa como em missão de conquista, sempre seus dirigentes apelam ao poder divino. Tal o faz Kubovy, em sua alocução à D.A.I.A., em seu 20° aniversário (12/12/55), dizendo:

"Dai força o Senhor ao povo, bendizei o Senhor a seu povo com a paz. Força e paz. Força material e espiritual e paz para a judiaria argentina, para o povo judaico e para o Estado de Israel, que é nossa coroa" . (Aqui mostra que o reinado judaico deve ser na Argentina.)

É indubitável que a oração de Kubovy nesse momento encerra um profundo meditar, porque com a revolução de 1955 haviam se desbaratado seus planos ao não reagir a massa e desencadear a revolução social, pois nessa massa eles haviam cifrado suas esperanças, preparada cuidadosa e fanaticamente por Vuletich. Não concorreram ao chamado deste e assim lhes fracassou o primeiro intento de exterminar as classes dirigentes do povo argentino.

É mister recordar a apelação à consciência dos "homens de meios" feita por Kubovy, pois três anos após essa data (26/04/55) os "homens de meios" tomaram o governo (1°/05/58) e desde esta data está a Nação inteira regida pelos arbítrios dos homens de empresa, interna e internacionalmente. Isto é inegável. Daí a destruição e descrédito de todo o nacional e a entrega e sujeição total do nacional à força política, econômica, cultural e social, internacional.

Desta maneira, a força econômica tomou o Poder, arrastando incontinentemente a Nação ao desastre total. Primeiramente, com as desacertadas medidas econômicas do governo de Perón, seguidas pelo desastroso governo de Aramburu e logo levada ao extremo pelo governo de Frondizi, que nos conduz ao caos, miséria e corrupção. Estes não são desacertos. São planos perfeitamente preestabelecidos no "sanhedrin" (governo secreto judaico estabelecido em nosso país, como em cada uma das nações do mundo) . Estes são sempre os "conselheiros" de todos os governos em matéria econômica e política interna e internacional. Planos que se concretizam assim:

a) Malgastar as divisas fortes e metálicas que possui a nação, fomentando a corrupção administrativa (negociações e subtração de fundos do Estado).

b) Desencadear o ágio e a especulação, fazendo o jogo com o fomento de aumento de salários e, ao mesmo tempo, o aumento em maior escala dos preços dos artigos essenciais de consumo.

c) Com isto logram empobrecer a Nação, agitar o ambiente de mal-estar no seio do povo e concretizar a entrega da economia nacional aos capitalistas internacionais judeus.

d) Tomar o poder com homens procedentes dos grandes centros econômicos (judeus, maçons e comunistas internacionais, em sua totalidade) e...

e) Preparar a revolução social.

Aqui chegamos hoje. Enquanto os "homens de meios" englobaram o poder econômico da nação e exercem sua influência no âmbito internacional, os "homens de espírito" (dirigentes) organizam suas forças revolucionárias com absoluta liberdade e impunidade, caotizando e corrompendo todos os centros intelectuais, culturais, sociais, militares, estudantis, religiosos, políticos e científicos.

O mesmo processo sofrem todos os demais países latino-americanos; é que o Plano concerne a toda a América Latina, cujo primeiro objetivo é a Argentina. Esta deve ser a Capital da grande nação judaica latino-americana, como expressa o judeu nascido na Argentina, Carlos E. Etkin, em seu livro Abraham León e o Povo Judaico Latino-Americano.

O plano em si consiste em (dizem Sigfredo Krebs e Isaac Arcavi, atual decano do Colégio Sarmiento, no livro Páginas Escolhidas):

"O Plano, em sua forma original, deve ser extremamente simples, se se pretende que o compreendam todos".

"Deve-se-nos conceder a soberania sobre uma porção de superfície da terra adequada às nossas necessidades e às nossas justas ambições de povo e... a todo o demais, já proveremos nós mesmos" .

"A aparição de uma nova soberania não é ridícula, nem impossível... Os governos dos países afetados pelo anti-semitismo têm sumo interesse em nos ajudar a obter a soberania. Para esta tarefa, simples em princípio, mas complicada em sua realização, criam-se dois grandes órgãos: a Society of Jewish e a Jewish Company"

"O que a Society of Jewish preparou científica e politicamente... a Jewish Company põe em prática..."

"Agora bem: se se quer fundar hoje em dia uma nação, não se há que fazê-lo da maneira que faz mil anos foi a única possível. Por exemplo, se tivéssemos que exterminar as feras (feras ou bestas, nome que o Talmud atribui aos não judeus ) em determinado país (Argentina), não faríamos à maneira dos europeus do século V. Não atacaríamos isoladamente à Los Osos, armados de dardos e lanças, e sim organizaríamos uma grande e alegre caçada, acossaríamos as bestas (argentinos) até tê-las reunidas e, então, lançaríamo-lhes uma bomba de melinita (em preparação)".

"Quem queira marchar conosco, que jure à nossa bandeira e lute por ela por meio da palavra, oral ou escrita, e mediante a ação. Os judeus que aceitam nossas idéias do Estado, se agrupam em torno da Society of Jewish Esta obtém de tal modo a autoridade necessária para falar e negociar ante os governos, em nome dos judeus. A Society será reconhecida, para dizê-lo com uma analogia tomada do Direito Internacional, como autoridade capaz de constituir um Estado e, ao declará-lo, o Estado já estaria constituído."

"Dois países têm que ser tomados em conta: Palestina e Argentina."

"Em ambos os países têm sido feitas notáveis tentativas de colonização, baseadas no princípio de infiltração paulatina dos judeus (Plano Rabino Weizman). A infiltração tem que acabar sempre mal, diz Herzl, pois se chega inevitavelmente a que o governo, baixo a pressão da população que se sente ameaçada, proíbe a imigração de judeus. Por conseguinte, a imigração só tem sentido quando sua base é nossa soberania garantida".

"A Society of Jewish entabulará negociações com as autoridades supremas do país e com o protetorado das potências européias e norte-americana."

PALESTINA OU ARGENTINA?

"A qual das duas há que se dar preferência? A Society tomará o que se lhe dê e até o que se incline a opinião geral do povo judaico". A "Society" averiguará ambas as coisas (diz Theodor Herzl), para continuar, insinuando sua preferência, e agrega:

"A Argentina, por natureza, é um dos países mais ricos da terra, de imensa superfície, população escassa e clima temperado."

"A Argentina teria o maior interesse em nos ceder uma porção de terra" . E logo esclarece Theodor Herzl: "Palestina é nossa inolvidável pátria histórica... A Jewish Company Colonization Association está concebida, em parte, segundo o modelo das grandes companhias de colonização. Será fundada como companhia por ações, com caráter de entidade jurídica, de acordo com as leis inglesas e baixo a proteção da Inglaterra. Terá seu assento principal em Londres... Direi que necessitamos 1.000 milhões de marcos...".

A compra de terras:... "A terra cedida à Society of Jewish, de acordo com o Direito Internacional, há de ser adquirida, naturalmente, segundo as normas do direito privado... Ela assegurará para si as terras necessárias por meio da compra centralizada. Tratar-se-á principalmente da aquisição de domínios pertencentes às atuais autoridades supremas do país".

Na página 126, diz Theodor Herzl, verdadeiramente, ou seja, dialeticamente, qual seria o aspecto da luta pela emancipação do território que conquistar:

"... As possessões abandonadas pelos judeus farão possível a ascensão da Massa à felicidade... A Revolução Francesa mostrou em pequena escala algo parecido ao que vai se suceder, mas para isso tiveram que correr as torrentes de sangue baixo as guilhotinas, em todas as províncias da nação.

Invalidou-se direitos adquiridos e herdados e com isso se enriqueceram somente os astutos compradores de bens do Estado."

Analisando o plano do profeta judeu Theodor Herzl, vemos o seguinte:

1°) Que a "Society of Jewish" é, na realidade, a representação legal internacional de todos os judeus do mundo. Que centraliza toda a autoridade e a faculdade de um governo ambulante que busca um território onde assentar seu povo, que é o Sionismo Mundial, que em si constitui o Estado Judaico, segundo seu fundador, Dr. Herzl.

No dia seguinte do Primeiro Congresso Sionista, Herzl apontou em seu diário: "Se hei de resumir os resultados do Congresso da Basiléia em poucas palavras - que me guardarei de dizer em público - diria o seguinte: em Basiléia fundei o Estado Judaico. Se eu o dissesse em público, todo o mundo se riria de mim. Quiçá dentro de cinco anos, mais seguramente dentro de cinqüenta, todos me darão razão. O Estado fundamenta-se essencialmente na vontade de Estado do povo. O território é tão só a base concreta; o Estado, ainda quando possua um território, é algo abstrato... Fundei, pois, em Basiléia, esta coisa abstrata, invisível portanto para a maioria".

"O que a Society of Jewish preparou científica e politicamente, a Jewish Company executa...", diz o autor na pág. 110.

Pelo exposto, fica de fé provado que ambas as Sociedades representam ao gestor o governo que busca a terra onde construir ou assentar o seu povo, que é o Sionismo Mundial. Sua instalação, então, dentro do território nacional significa: a constituição de um Estado dentro de outro Estado e que sua finalidade imediata ou mediata é a de obter sua independência com Estado judaico, com o apoio e a pressão das potências e organizações internacionais.

2°) Que, ao preparar seu Plano, tomou com clara e expressa determinação a criação de dois Estados judaicos, um na palestina e outro na Argentina. Para destacar sua preferência em ordem de prioridade, Theodor Herzl descreveu em primeiro termo a Argentina, destacando-a como "a terra mais rica do mundo" e, em segundo termo, a Palestina, como "a Pátria histórica".

Sobre isto, no livro História e Destino dos Judeus , se diz: "... que o barão de Hirsch havia mandado comprar terras na Argentina" e que em 1881 já haviam emigrado 7.000 judeus. Arieh León Kubovy - embaixador de Israel na Argentina, em um discurso pronunciado em 28 de maio de 1955, na V Convenção do comitê Sefardim da Argentina, diz: "A comunidade Sefardim na Argentina é a mais numerosa do mundo: conta com 75.000... Têm as condições requeridas para poder e dever se pôr à cabeça das Comunidades... Que podiam consagrar-se às coisas públicas... E digo poder e dever porque quem pode, deve".

"Nossa concepção do mundo nos indica que o poder nos foi dado para cumprir com nosso dever e para encontrar satisfação na realização desse dever."

Para precisar a que "dever" e a que "poder" se refere, agrega: "E todos temos um juiz incorruptível: o sentimento, ao qual já me referi várias vezes, à opinião pública judaica e à história judaica" (Por isto ao presidente Frondizi não lhe afetou que o povo argentino o repudiasse, pois não era a opinião judaica).

A isto agregamos o que nos informa Ana C. Schlesinger, em seu livro Mil Perguntas e Respostas do Judaísmo , onde diz: "Quantos judeus vivem na América do Sul?" e responde: "Aproximadamente 700.000 judeus, dos quais 400.000 vivem na Argentina, 125.000 no Brasil, 40.000 em Uruguai e 30.000 no Chile".

Transcreve-se aqui outra informação que põe de manifesto, por si, a gravidade que encerra esta informação e cujo texto diz:

"POPULAÇÃO JUDAICA"

"A República Argentina vem a ser atualmente o segundo país do mundo enquanto à densidade de população judaica se refira e é somente superada pelos Estados Unidos da América". É necessário destacar que a própria nação judaica, Israel, não têm dentro de suas fronteiras a população judaica que temos nós e que alcançava, em junho de 1960, quase três milhões de pessoas.

"Assimilação ao meio: Não há assimilação ao meio... Existe, sim, um divórcio absoluto para com nossa tradição, para com nossa história e para as ansiedades argentinas de um futuro melhor, freadas pelo antinacional e anticristão". A razão está em que os judeus, considerando-se superiores, negaram-se, desde o princípio de suas peregrinações, a mesclar-se com os autóctones. "Convencido de sua superioridade sobre os demais nacionais, o povo judaico quis ser uma Potência". Assim diz o judeu Bernard Lazare em O Anti-semitismo.

Terror ou luta política sionista. Manifesta o atual Primeiro Ministro de Israel, em um folheto de S. Aharonovich, intitulado Ladrões na Noite à Luz do Dia.

"Luta política sionista significa: Imigração, sempre e em todas as circunstâncias e condições;

Colonização, por meio de todos os esforços e com a máxima capacidade; Educação do povo: e sua mobilização pela auto-redenção; ganhar a opinião pública, em favor da solução sionista, a opinião dos governantes, dirigentes trabalhistas, dos partidos políticos, de congregações religiosas, de toda classe de organizações e do jornalismo; combater as discriminações e a limitação de nossos direitos, resistir a elas em caráter de comunidade organizada, consciente de sua vontade, de seu objetivo e de sua

potencialidade determinada contra os detratores, os inimigos e opressores; combate racional, responsável, planejado e meditado e com a firme determinação de defender-se e oferecer combate. Tudo isto está compendiado em nossa luta política. "

Com isto, põe-se em evidência que as palavras do embaixador judaico na Argentina, incitando às hostes judaicas a tomarem o poder, não são efêmeras nem ilusórias. Com efeito, o tomaram em 1958.

Na página 144 do livro Páginas Escolhidas, Krebs expressa:

"Que podem surgir novos Estados? O sabemos, o vemos... As Colônias (judaicas) se declaram independentes da metrópole... Os Vassalos se emancipam do Soberano; territórios recém descobertos se constituem em Estados independentes..."

"É certo que o estado Judaico está concebido como uma criação completamente original, em um território que não foi todavia destinado para tal fim... Mas não são as existências de terras as que constituem o Estado, e sim os homens unidos pela soberania."

Daqui as manifestações de Herzl; daqui a ação do Sionismo; daqui a imigração em massa e a formação da "Confederação de Províncias Patagônicas" que abarca toda a extensão da Cordilheira dos Andes;

daqui o paralelo 42, as concessões petrolíferas, a radicação de capitais forâneos, etc.. Na mesma página, destaca:

"Existe, por exemplo, uma soberania sem fundamento material (território), a mais respeitada do mundo: a Soberania do Papa". (Por isso a criação do Sionismo como organismo mundial, em sujo seio foi reconhecido uma representação chamada Comitê.)

Isto o planejou Herzl em 1896. Em 1914-1918 se produz a guerra mundial e no Acordo de Versalhes nasce a primeira organização mundial: a Sociedade das Nações, que em si constitui o ensaio do Governo Mundial, meta do Judaísmo Internacional, da Maçonaria e do Comunismo. Isto origina a elevação internacional da posição judaica. Em 1939-1945, a segunda guerra mundial deu origem à Organização das Nações Unidas (ONU), em substituição da Sociedade das Nações. Em ambas as organizações, foram numerosos os judeus intervenientes, e suas resoluções foram impostas de acordo às conveniências judaicas . Hoje vemos que todos os países do mundo sujeitam até as questões mais insignificantes às decisões de organismos internacionais, regidos por judeus, que tratam de centralizar todas as atividades econômicas, políticas, sociais, educacionais, militares, etc..

"Nas Ciências Políticas tem-se atualmente geral aceitação a teoria da necessidade fundada na razão.

Esta teoria é suficiente para justificar a origem do Estado e não pode ser refutada historicamente como a Teoria do Contrato." (Referindo-se ao "Contrato Social" de J.J. Rousseau.)

O território de Israel não cobre as necessidades judaicas e com este pretexto eles se adjudicam o direito de apoderar-se de outro território para agrupar a sua coletividade mundial, que chegaria atualmente a algo mais de 20 milhões de indivíduos.

"No que concerne ao surgimento do estado judaico" diz Herzl "apoio-me absolutamente na teoria da necessidade fundada na razão" e agrega: "mas nesta Teoria se ilude a Questão do Estado."

"Resulta imprescindível uma razão legítima."

Se esta "razão legítima" à qual faz referência não existia, fez-se necessário criá-la e, para criá-la, nada melhor que a agitação das massas, a cuja obtenção só se poderá chegar provocando o caos, acrescentando a miséria, corrompendo de forma deliberada e constante, juntamente com a negação de todos os direitos soberanos da Nação. Esta ação provoca nas Províncias o desejo de independentizar-se do Governo Central corrupto e ditatorial. Sucintamente, esta é a política adotada por nosso atual Governo.

Cabe agora perguntar-se por que e para que nasceu a idéia da criação da criação da "Confederação de Províncias Patagônicas".

Reflitamos também sobre a situação do Governo Central com respeito às províncias em matéria política e econômica e se as dissidências que se produziram e continuam se produzindo não são provocadas e se isso não poderia constituir a invocada razão legítima".

Estão se dando as condições para que uma circunstancial Confederação de Províncias, baseada nesta "razão legítima" (provocada) rompa com o Governo Central, declare sua independência e peça seu reconhecimento às Organizações Mundiais (OEA e ONU) e às grandes potências, EUA, URSS, Inglaterra, França e conhecendo que tanto essas organizações mundiais como as grandes potências estão regidas, direta ou indiretamente, por judeus, é de se presumir que o reconhecimento se outorgaria "ipso facto".

Em tal caso, cabe se perguntar se poderia o Governo Central (ainda no caso de ser exercido por argentinos patriotas) intervir com suas forças para reprimir a estas províncias rebeldes. Evidentemente, NÃO; pois se o intentasse não faria outra coisa que invadir os territórios de uma nação recentemente criada e reconhecida por países e organismos mundiais. Se tal ocorresse, daria lugar a que estas Organizações Mundiais concorressem com forças armadas em auxílio da Nova Nação, em uso das

faculdades que lhes foram conferidas e já com muitos precedentes (casos da Coréia, Congo, Canal de Suez e inclusive a sanção aplicada pela OEA à República Dominicana).

Então, de uma ou outra maneira, a Argentina seria submetida e obrigada à perda da região mais rica de seu território ou, em seu defeito, à perda total de sua soberania.

Nisto consiste realmente o Plano e o que está se passando em nosso país não é outra coisa que o Plano posto em prática e, atualmente, em pleno desenvolvimento e evolução.

A maioria dos argentinos ignora esta conspiração, mas há outros que conscientemente a apoiam. Muito duros teremos que ser com eles.

Têm estreita relação com o Plano a totalidade das concessões nacionais de petróleo, estrategicamente situadas; as vendas de grandes extensões do território andino de um extremos ao outro do território pátrio; a radicação indiscriminada de capitais internacionais judaicos, sem ajustar-se às mínimas prescrições legais existentes, com a única escusa de ganhar tempo para o desenvolvimento da Nação; a exaltação de todo o estrangeiro e a inferiorização e o desprezo por todo o argentino; et cetera.

Outra das coisas que está intimamente ligada ao Plano é a liberação de impostos ao sul do Paralelo 42, criando uma situação de privilégio para essa zona e acendendo um antagonismo, já manifesto, com o resto do país.

Atualmente sofremos a submissão total de nossa economia e da soberania nacional ao capitalismo e política judaica internacional (muito significativo é o caso do seqüestro de Eichmann).

Referindo-se Herzl a esta "razão legítima" para a ruptura de relações ou vínculos de dependência com o Governo Central e a criação justificada de um Novo Estado, diz: "Creio que esta razão legítima pode ser encontrada na negotiorum gestio, para o qual há que considerar o conjunto dos cidadãos sem discriminação (dominus negotiorum - sic) e ao governo como gestor... Os romanos, graças à sua maravilhosa consciência do direito, criaram a negotiorum gestio, uma preciosa obra mestra".

O fundamento legal da "razão legítima" estaria então sustentado juridicamente na mencionada lei romana.

"Quando perigam os bens de uma pessoa que não pode cuidar deles por si mesma, qualquer um tem o direito de intervir para salvá-los."

Este não é senão um reflexo da Doutrina de Monroe (02/12/1923), que constitui o fundamento da política de expansão imperialista dos Estados Unidos da América, tendente à submissão de todos os países latino-americanos. Confirma-o o expressado pelo presidente Coolidge, em Nova Iorque, em seu discurso de 23 de abril de 1927:

"As pessoas e as propriedades dos cidadãos norte-americanos formam parte do domínio geral da nação, ainda quando se encontrem no estrangeiro. Os governos que se respeitam têm a clara obrigação de proteger a pessoa e a propriedade de seus cidadãos, onde quer que seja."

À mesma doutrina se refere Nicholas John Spyckman: "O poderoso se alça com o que pode e o débil cede o que tem que ceder ".

Haya de la Torre, referindo-se à Doutrina Monroe, diz: "Com o transcurso do tempo adveio não somente uma doutrina nacionalista dos Estados Unidos, senão uma doutrina imperialista de sua classe dominante ". Não ignoramos que a classe dominante nos Estados Unidos é a capitalista judaica.

Com isto, fica provado quais são os instrumentos legais que os judeus vão esgrimir e as cumplicidades internacionais às quais vão recorrer para justificar o despojo do território e patrimônio argentinos.

É de se fazer notar que isto não é uma descoberta recente; pelo contrário, é um fato conhecido pelos homens de governo desde longa data. Já em 1936, na Conferência Pan-americana realizada em Buenos Aires, o então ministro de Relações Exteriores da República Argentina, referindo-se à Doutrina Monroe, a qualificou de "Armadilha para Incautos", agregando: "... é nada menos que o instrumento por meio do qual os Estados Unidos esperavam estender seu poder e influência sobre as demais nações do hemisfério".

Herzl, na enumeração de seu Plano, diz:

"O gestor não atua por encargo de ninguém. A ordem lhe vem ditada por uma necessidade superior.

Em qualidade de tal se inteira da emergência que exige a intervenção..."

"O Estado nasce como resultado da luta de um povo por sua existência. Nestas lutas não é possível fazer largas tramitações para receber determinada ordem... O gestor toma o mando e se põe à cabeça."

"O gestor do Estado está suficientemente autorizado quando a coisa pública está em perigo e o dominus se encontra impossibilitado de agir por si mesmo."

De uma simples análise destes últimos parágrafos do "plano", surgem claramente as intenções e se vislumbram as armadilhas preparadas. Estabeleçamos três interrogações:

1°) Quem é atualmente o "gestor" das radicações e grandes capitais judaicos na Argentina? - Evidentemente, os Estados Unidos da América.

2°) Quem o quais seriam o ou os "gestores" do povo judaico que velam pela vida e interesses da coletividade judaica radiada na Argentina?

- O Presidente do Sionismo Mundial e Presidente do Congresso Mundial Judaico (Basiléia, Londres e Nova Iorque). Atualmente, o Sr. Naum Goldman, que visitou Buenos Aires em 21 de março de 1960, procedente dos Estados Unidos.

3°) Quando poderiam considerar ditos "gestores" que as vidas e interesses de sua coletividade estão em perigo, devendo auxiliá-los com suas forças?

- Duas são as circunstâncias porque dobradas são as vias que utilizam sempre para o logro de seus desígnios ("estamos na cúpula do Comunismo e na cúpula do Capitalismo", diz Theodor Herzl ).

I) Quando devam intervir em defesa da soberania de ANDÍNIA, ao declarar sua independência ("negotiorum gestio" e Doutrina Monroe).

II) A outra "razão legítima" surgiria quando do estalido na Argentina de uma revolução comunista e o governo argentino se mostre impotente para salvaguardar as "vidas e interesses" dessa coletividade. A intervenção encontraria também justificativo nas sabotagens e matanças generalizadas, realizadas por elementos revolucionários "irresponsáveis".

Estas são as circunstâncias previstas como a "razão legítima", que dará lugar à intervenção de forças armadas internacionais em nosso território e que o atual governo argentino, solapadamente, vai preparando de forma acelerada. Por um lado submete o país à total hegemonia norte-americana e pelo outro facilita o englobamento comunista em todo o território argentino.

Os antecedentes documentais são numerosos e estão ao alcance de quem queira consultá-los. A fim de não prolongar excessivamente o presente escrito não se transcreveu importantes declarações e páginas significativas, mas com os elementos aportados ficam em evidência todos os detalhes do Plano.

O plano de ação para resistir às funestas intenções dos inimigos de nossa Pátria e ávidos cobiçadores de nosso Patrimônio, material e espiritual, é um iniludível dever de todo argentino.

As condições para a consumação deste sinistro plano estão dadas. O país se debate entre o aperto econômica de suas classes baixa e média e a folga das classes poderosas, detentoras da soma dos meios econômicos e, com as grandes empresas, monopolizadoras de todas as expressões da economia, em mãos do capital internacional judaico. A qualquer momento, inclusive disfarçado de movimento libertador, o judaísmo, que poderia contar até com a indignação e a dor do povo argentino pauperizado, pode concretizar seus planos, afundando o país no comunismo, como primeiro passo. As Forças Armadas, consumidas, anarquizadas e sujeitas ao vaivém da inescrupulosa política de confusão do atual governo, seriam impotentes para resistir à ação de elementos numerosos, perfeitamente equipados e com uma meta definida e um caminho traçado. Os meios para concretizar seus planos seriam: revolução interna, guerra com países vizinhos e, se isto não fosse suficiente, a guerra mundial.

O êxito do nosso plano defensivo depende da fé em Deus, do patriotismo, da abnegação e da determinação com que se lhe encare. Se fraquejamos, tudo se haverá perdido e seremos, os homens da atual geração, os únicos responsáveis ante Deus, ante nossos filhos, ante a História e ante a Pátria submetida.

O PLANO ANDÍNIA

Theodor Herzl, jornalista judeu fundador do SIONISMO e organizador do Congresso da Basiléia, em agosto de 1897 (cujas atas secretas se conhecem como Os Protocolos dos Sábios de Sião), ruminava a criação de um Estado Judeu ou Cidade de Sião, para o qual era necessário apoderar-se de algum território alheio. Um era a Palestina, como lar bíblico-talmúdico, desértico e pobre, o outro era a Argentina, com um território vastíssimo, pouco povoado e imensamente rico e mal explorado, projetando-se sobre a Antártida e controlando a passagem entre dois oceanos, ademais distante dos centros conflituosos. Fixaram um prazo de 50 anos e justo em maio de 1948, com a ajuda do barão de

Hirsch e toda a família Rotschild, em nome da Inglaterra o lorde Balfour dá aval à fundação de Israel, com toda sua horrenda seqüela de despojo e morte que até hoje segue desgarrando ao valente povo árabe.

Em 1882, o judeu russo Leon Pinsker publicou "Auto-Emancipação", estabelecendo o mesmo, mas  dando a preferência à Argentina "pelas suas possibilidades práticas".

Chegam a sua melhor solução: estabelecer-se na Palestina enquanto iniciam a ocupação encoberta do país argentino, a fim de trasladar-se em data posterior. Todavia, para controlar o Estreito faz falta ademais arrebatar a soberania do Chile, tanto mais ao determinar-se que, em caso de guerra atômica, a nuvem radioativa não afetaria o Sul do Chile.

O PLANO ANDÍNIA é, em resumo, o traslado de Israel ao Cone Sul da América, com o conseguinte despojo de territórios, expulsão de habitantes e escravização de muitos deles.

Assim é, como em 23 de março de 1969, entre 21 e 23 horas, celebrou-se no Templo Israelita do Passo 423, Buenos Aires, uma reunião de rabinos e dirigentes sionistas presidida pelo grão-rabino Gordon, do Kahal de Nova Iorque (kahalI é o governo supranacional que instauram os judeus sionistas em cada país). Este rabino insistiu na fundamental importância do Plano "cujo fracasso NÃO se admitia", pois

tanto Israel como a Diáspora (judiaria dispersa em todo o mundo), dependiam do êxito total "para sua glória ou penúria".

Logo detalha suas vantagens agrícolas, minerais e econômicas, declarando com grande desfaçatez: "Se agregamos a isto o espírito e o gênio judeu, terão compreendido as enormes vantagens que significarão para LOGRAR O CONTROLE DO MUNDO, regulando-o de acordo com nossa conveniência".

E segue a macabra análise: "Argentina é o país mais estrategicamente situado no mundo. Estimando que com os avanços modernos para a guerra se pudesse atacá-la, está circundada pela Cordilheira dos Andes, baixo cujo solo pode se construir cidades e mais cidades para todo o nosso povo, todas as nossas indústrias e mantermo-nos nelas por anos, por serem então inexpugnáveis até para a própria bomba atômica".

Resta mais que claro o interesse do Grande Kahal, dos SÁBIOS DE SIÃO, em apoderar-se de nosso Sul Chileno e de toda a Argentina. E este sórdido e ominoso plano está em marcha por todos os meios e vias, inexoravelmente, sem piedade alguma. Por incrível e descabelado que pareça, é uma amarga realidade.

PROVAS: Os PROTOCOLOS exigem governos democráticos em todas as nações para dominá-las mais facilmente. No Chile, utilizaram o marxismo para seus planos e baixo o judeu Allende GOSSENS, o caos foi quase total, mas um governo nacional apolítico, ou seja, não-democrático, nos resgatou dessa hecatombe e nos colocou à cabeça de todas as nações latino-americanas. Algo assim não poderiam tolerar, por isso moveram todos os seus fios para boicotar esse governo que escapava ao seu controle, chegando inclusive a arrastar-nos a uma guerra, ainda que sem declará-la; buscavam só o desgaste que tal situação produzia e a distração de recursos e esforços a que obrigava, entorpecendo o avanço do país.

E da solução deste conflito artificial se encarregou o cardeal judeu Samoré. Pior ainda, nomeiam-se delegações por ambas as partes a cujas cabeças não vão Chilenos, nem Argentinos, somente JUDEUS!

Em ambos os lados da Cordilheira, a subversão armada e o terrorismo têm sido dirigidos e protegidos por judeus, descobrindo-se inegáveis conexões com a alta banca mundial, judaica por suposto. O Sul do Chile é recorrido incessantemente por bandos de comandos israelitas disfarçados de mochileiros, o que afortunadamente restou a descoberto ao caírem vários deles em crateras, enquanto levantavam cartas geográficas de seu futuro país, ANDÍNIA. Também a imprensa nos tem informado sobre projetos para trazer imigrantes e colonos "russos" a ambos os países. Não esqueçamos como o maçom Alfonsin rasgava as vestes defendendo a trazida massiva de israelitas, ao mesmo tempo em que favorecia canalhescamente a intromissão soviética em território argentino, supostamente soberano.

O despojo descarado de nossa LAGUNA DO DESERTO e a mordida argentina a nossos CAMPOS DE GELO próxima a se aprovar, se marcam sem lugar a dúvidas neste maldito PLANO ANDINIA.

Se você tem consciência de PÁTRIA, deve se informar a fundo e adotar uma atitude valente e firme ante o grave perigo que denunciamos, o maior que ameaça o nosso CHILE e nossa vida em liberdade.

Consiga e leia "O PLANO ANDÍNIA". Amanhã poderá chorar a escravidão de seus filhos e netos.

VIVA CHILE LIVRE !!!


Tradução de panfleto divulgado pela organização MNCh, do Chile






Historia y Destino de los Judios, Dr. Josef Kastein, Ed. Claridad, Buenos Aires, 1945

o.c., pág. 399

o.c., págs. 11, 12 e 13

Historia del Sionismo, Wolf Nijelsohn, M. Gleizer ed., Buenos Aires, 1945, pág. 231

Páginas Escogidas, Sigfredo Krebs /Isaac Arcavi, Ed. Israel, Sarmiento 2198, Bs. As., 1949, p. 50/1

idem, págs. 49, 68, 70, etc.

El Estado Judío, Theodor Herzl, pág. 112

idem, pág. 21

idem, pág. 102

Historia del Sionismo, Wolf Nijelsohn, M. Gleizer ed., Buenos Aires, 1945, pág. 237

El Estado Judío, Theodor Herzl, pág. 105

idem, pág. 108

N.E.: Sobre o capitalismo, leia-se Wall Street, Nova Iorque, etc. Quanto ao comunismo, com a quebra da antiga URSS, entende-se que esteja bem mais difuso atualmente, sem um pólo centralizador.

Serás siempre David, Dr. Arieh León Kubovy, Editorial Losada, Bs. As., 1953/58, pág. 75

Así se Forjó el Estado de Israel, pág. 251

Serás siempre David, Dr. Arieh Kubovy, Editorial Losada, Buenos Aires, 1958, págs. 75/76

o.c., págs. 77/78

o.c., págs. 123/129

N.E.: O "sanhedrin" é uma espécie de corte ou câmara judaica formada por seus sábios e religiosos, que julga e orienta a atuação dos judeus da comunidade e serve de intermediária junto ao governo do país. Como seu "poder de sugestão" é bastante forte, quase infalível, os anti-sionistas costumam designá-lo "governo secreto" ou ZOG ("Zionist Occupational Government", ou seja, Governo Sionista de Ocupação). Um exemplo dos mais clássicos é a atuação do "sanhedrin" junto ao interventor romano, na condenação de Jesus.

N.E.: Pareceria muita coincidência se lembrarmos que o Brasil já passou por todas estas fases recentemente? Nossas divisas se esgotaram na mão de corruptos, dívidas junto ao FMI e planos de governo, como os do ex-ministro da Economia, Sr. Simonsen (judeu, por sinal), que geraram uma inflação exorbitante no país. Após a queda do militarismo, passamos pelo ágio e especulação em todos os governos democráticos, especialmente após o governo Sarney (maçom).

Tivemos jogadas absurdas na economia, como o confisco promovido pelo ex-presidente Collor (judeu), que surpreendentemente teve seu mandado cassado. Hoje temos um presidente Fernando Henrique Cardoso, sobre cujas origens pesam muitas suspeitas, mas sobre quem se sabe ser maçom e possuir inúmeros familiares e assessores de origem judaica, o que não é de se estranhar, lembrando-se que foi um esquerdista auto-exilado na França, onde se educou na Sourbonne, um ninho de judiaria. Embora nas "águas mornas" da social-democracia tenhamos encontrado relativa estabilidade político-econômica, assistimos a um processo de globalização e concessão demasiada aos socialistas, que certamente será o processo para entregar o país à Revolução Social. Ou alguém ainda acredita no caráter filantrópico do Movimento Sem Terra, apoiado e patrocinado pelo governo, mas que não passa de um movimento guerrilheiro socialocomunista?

Já temos o nosso "Sendero Luminoso" tupiniquim, e sua revolução está por vir...

Abraham León y el Pueblo Judío Latinoamericano, Carlos E. Etkin, Ed. Indoamericana, 25 de Mayo 35, Buenos Aires, 1954, pág. 84

Paginas Escogidas, S. Krebs/I.Arcavi, Ed. Israel, Sarmiento 2198, Buenos Aires, 1949, pág. 10

Goldsmidt, T.VII, pág. 815, de "Baba Mesia" 114 b-18. (N.E.: o Baba Mesia é apenas um dos livros componentes do Talmud que atacam e ofendem os gentios, e todos os demais o fazem igualmente. A classificação genérica para gentio é goy, que significa exatamente besta, ou algo inumano.)

o.c., pág. 110

o.c., pág. 111

o.c., pág. 112

o.c., pág. 115

o.c., pág. 116

N.E.: Em menos de cinqüenta anos, várias pessoas já haviam percebido o perigo do Estado Judaico. A denúncia e o combate ao sionismo por nações conscientizadas, como a Alemanha e a Itália, p.ex., foi o detonador da Segunda Guerra Mundial. Os sionistas não aceitariam menos que destruição de qualquer força que pudesse se opor aos seus projetos. Teria conseguido realmente eliminar seus inimigos?...

o.c., pág. 49

Historia y Destino de los Judios, Dr. Josef Kastein, Ed. Claridad, Buenos Aires, 1945, pág. 399

N.E.: A raça judaica se subdivide em algumas etnias, facilitando a classificação conforme sua procedência territorial. Os sefardim ou sefarditas são os judeus provenientes dos países da Península Ibérica (Portugal, Espanha), ou seja, os judeus latinizados. Existem, ainda, os asquenazim, da região germânica, entre outras subdivisões.

1.000 Preguntas y Respuestas del Judaísmo, Ana C. Schlesinger, 1954, pág. 14

N.E.: São dados de 1954, não podemos nos esquecer. Hoje, as cifras seriam muito maiores, mas a apuração não é uma informação livre, por certo.

L'Antisémitisme, Bernard Lazare, Ed. Crés, Paris, 1934, págs. 186/7.

Ladrones en la noche a la luz del dia, S. Aharonovich, pág. 31

N.E.: Por suposto, esqueceu-se de elencar como uma das táticas a do terror, não só contra os hospedeiros, mas contra seu próprio povo. Relembremos que, em 1992, uma explosão destruiu a Embaixada de Israel em Buenos Aires, provocando a comoção nacional e internacional, acusando-se a árabes e nazistas como autores de um "atentado" anti-judaico. Em agosto de 1996, porém, a Suprema Corte Argentina, mediante prova pericial em processo instaurado, declarou que o prédio sofreu não uma explosão externa, mas sim uma explosão interna, envolvendo um estoque de munição e armamentos existentes em suas dependências! (Incógnita a sua finalidade... ) Em 1994, foi a vez da explosão do prédio que sediava as centrais da AMIA (Associação Mutual Israelense-Argentina) e da DAIA (Delegação de Associações Israelenses-Argentinas). Novamente, acusações de terrorismo para todos os lados, sem prova alguma. Há quem afirme com veemência tratar-se de mais um caso de "auto-atentado", mas tudo dependerá das provas periciais. Em outros países, como no Chile, ocorreram casos semelhantes e até mesmo no Brasil, em proporções ainda muito pequenas. Quais seriam os fundamentos de um auto-atentado? 1) Vitimizar o povo judaico, mostrando-o como sofrido, perseguido, minando os argumentos dos que denunciam suas ações conspiracionistas; 2) Chamar a atenção dos organismos estrangeiros para a situação judaica na Argentina (ou em qualquer outro Estado), provocando a interferência internacional em assuntos concernentes à soberania do país; 3) Criar uma histeria coletiva dentro da própria comunidade judaica, evitando a sua dispersão ou, como se diz, "o medo fortalece".

N.E.: E assim ainda o é. Como exemplo claro podemos citar as intervenções da ONU na questão Palestina ou os ataques à soberania do Iraque, duas nações claramente adversárias não só de Israel, como Estado, mas do próprio Judaísmo, enquanto religião ou etnia. Ainda que não sejam decisões publica ou diretamente tomadas por judeus, e sim por seus testas-de-ferro, misteriosamente sempre favorecem os interesses israelitas e americanos...

o.c., pág. 144

N.E.: Não se esquecer de que esta obra conta já com mais de 20 anos e que não dispomos, até o momento, de estatísticas atualizadas.

Organização dos Estados Americanos

N.E.: À semelhança do que é descrito, evocamos as diferenças políticas promovidas entre os Estados do sul e os do norte/nordeste brasileiros. Incalculáveis divisas são produzidas pelo sul, região com mínima representatividade política, as quais são remetidas ao Governo Central, que supostamente as aplica em projetos de desenvolvimento da região norte/nordeste do país, cujos resultados nunca são efetivamente observados. A revolta dos contribuintes é, vez por outra, explorada com denúncias de movimentos secessionistas. A separação dos Estados brasileiros seria um dos tópicos do "Plano Andínia"? Ou seria mera coincidência estes movimentos separatistas ocorrerem quase que exclusivamente da região sul, tão avizinhada da Argentina, Uruguai, Chile, etc.? Poder-se-ia questionar, ainda, porque esta região atingiu tamanho desenvolvimento industrial, em grande parte pela instalação de multinacionais e monopólios, enquanto a mãode-obra mais barata se encontra, realmente, na região norte/nordeste (e que o diga a massiva migração!).

N.E.: O autor se refere ao seqüestro do alemão, Tenente-Coronel da GESTAPO, Karl Adolf Eichmann, efetuado em 1960, por forças secretas israelenses, dentro do território argentino. Ainda que acusado de crimes cometidos na Alemanha e Polônia, Eichmann só poderia ser extraditado a pedido destes países, com permissão do governo da Argentina. Ressaltese que à época dos crimes que lhe são atribuídos (deportação e suposto genocídio de judeus europeus - e não cabe aqui julgarmos o mérito das acusações), o Estado de Israel sequer existia. A ação israelense foi, portanto, não só uma afronta à soberania argentina, mas também às normas e tratados internacionais que regem a defesa da soberania das nações. Pior do que isso, foi um atentado impune. Em Israel, Eichmann foi posteriormente "julgado" e condenado à morte, em 1961.

N.E.: Negotiorum Gestio ou gestão de negócios, figura do Direito que trata da administração espontânea, e à revelia, de negócios alheios, que alguém empreende em interesse do dono.

N.E.: O termo correto seria Dominus Negotii, ou seja, o senhor do negócio jurídico, aquele que, por preponderância eventual, impõe as condições, geralmente o proprietário.

Estados Unidos Frente al Mundo, Nicholas John Spyckman, ed. n/c, data n/c, pág. 74 .

Teoria y Táctica del Aprismo, Haya de la Torre, ed. n/c, data n/c, pág. 11.

N.E: Hoje o Congresso Mundial Judaico é presidido por Edgard Bronfmann, pessoa de grandes relações no mundo dos negócios e proprietário de grandes produtoras multinacionais de bebidas alcoólicas.

El Estado Judío, Theodor Herzl, pág. 105


Retirado do http://www.actionweb.net/~tintin/Andinia.htm


"Israel como um Estado judeu constitui um perigo não apenas a si mesma e a seus habitantes, mas a todos os judeus, e a todos os povos e Estados do Oriente Médio e além."

- Prof. Israel Shahak, judeu e fundador da Liga Israelense de Direitos Humanos


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