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Racismo israelense a pleno vapor!


Ministro defende prisão dos imigrantes africanos em Israel

Mais um artigo da série: “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”… – NR


O ministro do Interior de Israel, Eli Yishai, disse que todos os imigrantes africanos “deveriam ser presos” 

Após o registro de vários delitos nas últimas semanas – supostamente cometido por imigrantes ilegais -, o ministro do Interior de Israel, Eli Yishai, declarou nesta quarta-feira que todos os imigrantes africanos “deveriam ser presos”. Em uma entrevista à emissora do Exército israelense, Yishai afirmou que a solução para esses últimos fatos é “dura, mas simples: pôr todos eles, sem exceção, em prisões e centros de detenção”, informou hoje o jornal israelense Hayom em sua versão online.

O ministro do Interior de Israel, Eli Yishai, disse que todos
os imigrantes africanos "deveriam ser presos"


“Acho que a maioria deles não (cometem delitos). Mas aqueles que cometerem, incluindo o delito mais leve, devem ser presos. Desta forma, eles poderão receber uma bolsa de deportação para ser enviados de volta aos países de origem. Estamos perdendo o país. Estes incidentes não ocorriam há três anos”, remarcou. Segundo o ministro, os imigrantes ilegais “não respeitam a lei em Israel, e a prisão não assusta. Não possuem trabalho e ainda cometem delitos sexuais e contra a propriedade”.

Para Yishai, somente os considerados refugiados deveriam receber permissão para ficar no país. “Não se pode pôr em perigo a segurança dos cidadãos de Israel”, disse Yishai, pertencente ao partido ultra-ortodoxo sefardita Shas, que faz parte da coalizão de Governo do primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu.

Quatro imigrantes africanos foram detidos ontem suspeitos de ter atacado e estuprado uma jovem de 19 anos no sul de Tel Aviv. Poucos dias atrás, um imigrante ilegal palestino também foi preso pelas mesmas acusações.

Aproximadamente 60 mil imigrantes ilegais residem em Israel, a maioria africanos vindos de países como Eritréia e Sudão. Eles chegam ao país através da península egípcia do Sinai, onde Israel constrói uma barreira de segurança para impedir a entrada dos mesmos. Em janeiro, o Parlamento israelense (Knesset) aprovou uma controvertida lei que permite prender por até três anos e sem julgamento os imigrantes ilegais e os refugiados.


FONTE: Terra


É absolutamente impressionante como os “eleitos” são contraditórios entre si (vulgo, chutzpah): se por um lado propagandeiam a imigração desenfreada e a quebra da unidade racial no seio da civilização européia, ao mesmo tempo não hesitam em adotar todo tipo de medida “nazista” na sua Terra Prometida. Será que a declaração do ministro Eli Yishai encontraria o resguardo dos seus patrícios Jorge Mautner e Pedro Bialski?

Abaixo podemos ver uma recente passeata em Israel, cujo mote “nazista” era também a expulsão dos africanos daquele território que, por direito divino (talmúdico), não pode ser habitado pelos estúpidos e imundos Goyim. - NR




Suspeito de tentar linchar palestino diz que, ‘por ser árabe’, vítima deveria morrer


“Por mim, ele poderia morrer. Ele é um árabe”, disse ontem diante da Justiça de Jerusalém um dos sete adolescentes israelenses detidos por tentar linchar um palestino de 18 anos na cidade, na noite da quinta-feira.

O preso afirmou que a vítima do espancamento ofendeu sua mãe. Segundo a polícia, centenas de pessoas assistiram à agressão, ocorrida na Praça Zion, em Jerusalém Ocidental. Outros três palestinos sofreram ferimentos. Jamal Joulani ficou gravemente ferido e foi levado ao hospital inconsciente. Ele passava pelo local com parentes quando foi atacado. O caso provocou revolta entre palestinos dentro e fora da cidade, onde judeus e árabes vivem em comunidades adjacentes, mas raramente mescladas.

Prisão de adolescentes por linchamento de palestino choca sociedade israelense

O linchamento de um jovem palestino no centro de Jerusalém e a indiferença mostrada por um dos suspeitos, um dos quatro adolescentes israelenses entre 13 e 15 anos, deixaram estupefatos setores da sociedade de Israel.

Na última sexta feira, dezenas de adolescentes israelenses – incluindo meninas e meninos – estiveram envolvidos em uma tentativa de linchamento de quatro jovens palestinos que passavam pela rua Yaffo, no centro de Jerusalém.

Um dos palestinos quase morreu. Um dos suspeitos, um menino de 15 anos cuja identidade não foi revelada, disse nesta segunda feira aos jornalistas que estavam na Corte que “por mim, é melhor que morra”, em referência ao ferido.

De acordo com a policia, o conflito se deu quando dezenas de adolescentes começaram a correr atrás dos jovens palestinos gritando “morte aos árabes” e outros xingamentos de conteúdo racista.

Não há precedentes na história de Israel de crimes tão graves, motivados por ódio étnico, e cometidos por pessoas tão jovens.

Um dos palestinos, Jamal Julani, de 17 anos, ficou em estado critico depois de receber socos e chutes na cabeça, chegou a sofrer parada cardíaca e foi ressuscitado pela equipe de salvamento que chegou ao local do crime.

Menores de idade

Nesta segunda feira os suspeitos foram levados à Corte de Jerusalém e o juiz determinou a prolongação da detenção, apesar de serem menores de idade.

Segundo a policia, mais adolescentes que estiveram envolvidos no incidente deverão ser presos em breve.

A policia também afirma que uma das meninas do grupo incitou os garotos a agredirem os jovens palestinos.

O representante da policia na Corte, Shmuel Shenhav, disse que “foi um verdadeiro linchamento, o ferido perdeu a consciência e já era considerado morto, até a chegada dos paramédicos que realizaram a ressuscitação. Trata-se de um crime muito grave que, só por um milagre, não terminou em morte”.

A policia também mencionou que dezenas de transeuntes foram testemunhas da agressão e não intervieram.

‘Educação racista?’

A deputada Zahava Galon, do partido social-democrata Meretz, disse que o crime cometido pelos adolescentes é “chocante”.

Em entrevista à radio Kol Israel, a deputada atribuiu a responsabilidade ao sistema judiciário que, segundo ela, “não trata de maneira suficientemente enérgica aqueles que incitam o ódio na sociedade israelense”.

Para a pedagoga Nurit Peled Elhanan, da Universidade Hebraica de Jerusalém, o comportamento dos adolescentes envolvidos na tentativa de linchamento é “resultado direto da educação que recebem tanto nas escolas como de seus pais“.

Em entrevista à BBC Brasil, a pedagoga afirmou que “o sistema de Educação de Israel ensina as crianças a odiarem os árabes em geral e palestinos em particular”.

“As crianças são ensinadas, tanto pelas escolas, como por seus pais, que todos os árabes querem matá-las, e crescem sem desenvolver qualquer sentimento de empatia humana com eles”, disse.

“Daí, até a agressão física, a distância não é grande, e agora estamos vendo os frutos da educação que essas crianças recebem”, acrescentou Elhanan.

O vice-primeiro-ministro Moshe Yaalon classificou a tentativa de linchamento como “terrorismo”.

E dá-lhe chutzpah!

No vídeo abaixo podemos ver como esses jovens judeus fundamentalistas ainda se orgulham de ter matado Jesus Cristo: – NR




“We killed Jesus; we re proud of it!”

Por sua vez, segundo o “famoso” rabino Ovadia Yossef: “está escrito no Talmud que Deus lamentou ter criado estes árabes“.

FONTES: Estadão e BBC Brasil




Maioria dos judeus em Israel é a favor de apartheid na Palestina. A três meses das eleições em Israel, pesquisa mostra acirramento da polarização na sociedade do país.

“O governo israelense está se movendo em direção ao apartheid, não apenas na Cisjordânia, mas também dentro de Israel, com diversas leis para discriminar a minoria árabe.”

A maioria dos judeus de Israel é favorável à sua separação total com os árabes que vivem no país e representam 20% da população. A defesa, por essa parcela da sociedade local, de um apartheid na Palestina foi a conclusão de uma pesquisa realizada neste mês pelo grupo Dialog e publicada no diário Haaretz.

A três meses das eleições gerais no país, o levantamento, feito com 550 israelenses judeus, aponta os problemas da polarização da sociedade de Israel e seu rebaixamento em direção ao ultranacionalismo.

Segundo a pesquisa, 59% dos entrevistados são favoráveis aos judeus terem preferência em relação aos árabes para ocupar cargos da administração civil e governamental. Além disso, 42% dos israelenses judeus querem que o Estado os trate de forma melhor que o restante da população e dizem que não viveriam em um prédio com vizinhos árabes, nem matriculariam seus filhos em escolas mistas.

Os números não são uma novidade para a população árabe de cidadania israelense. Para a ONG Adalah, de proteção dos direitos da minoria árabe no país, o principal problema é a coalizão de direita do primeiro-ministro Benjamín Netanyahu e a falta de ações do governo para prevenir o racismo.

“Não é nenhuma surpresa que Israel esteja se convertendo em um Estado cada vez mais racista. No momento, não há nenhum tipo de conscientização da população judia sobre os árabes israelenses”, afirma Saleh, um dos porta-vozes da entidade que preferiu não dizer seu nome completo.

“O governo fomenta um clima de rejeição aos palestinos, começando pelo ministro de Relações Exteriores, Avigdor Lieberman, e seu racismo recalcitrante. O governo israelense está se movendo em direção ao apartheid, não apenas na Cisjordânia, mas também dentro de Israel, com diversas leis para discriminar a minoria árabe”, analisa Saleh.

Entre as leis que considera prejudiciais aos árabes, o porta-voz cita o favorecimento à compra de terrenos por parte dos judeus e a proibição de conceder cidadania a um cônjuge que tenha nascido nos territórios palestinos.

Anexação da Cisjordânia

Caso Israel tente anexar a Cisjordânia, hipótese pouco provável, os números em favor de um apartheid disparam entre os judeus israelenses. A criação de estradas separadas é apoiada por 74% dos entrevistados e 69% proibiria os árabes de votar para o Parlamento.

Quase metade (47%) dos judeus israelenses seriam favoráveis ao envio dos cidadãos árabes à Cisjordânia e 36% apoiam um intercâmbio de árabes em troca de assentamentos na região.

“Jamais me mudaria para a Cisjordânia. Esta é a minha casa e nunca a deixaria sob nenhum aspecto, mas não acredito que a gente chegue a esta situação”, afirma Saleh.

A pesquisa também aponta que os ultraortodoxos têm a opinião mais radical sobre os árabes, com 80% deles sendo favoráveis ao envio dessas pessoas à Cisjordânia e 95% defendem o apartheid em Israel.



Fonte: Opera Mundi



"Israel como um Estado judeu constitui um perigo não apenas a si mesma e a seus habitantes, mas a todos os judeus, e a todos os povos e Estados do Oriente Médio e além."

- Prof. Israel Shahak, judeu e fundador da Liga Israelense de Direitos Humanos


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